Tons do Brasil3


Shirley Espíndola apresentou no dia 28 de abril no programa Tons do Brasil

     Veja o que aconteceu no programa:  

  • Beto Feitosa e o novo CD de Caio Bassitt  
  • Carolina Fontebasso apresentou a Matéria sobre a "Bienal de São Paulo leva arte brasileira para Valência"
  • Prof. Martinho Condini falou sobre o livro FUTEBOL BRASIL MEMÓRIA

   Primeiro destaque - CD Mama Mundi - música "Sonho de Curumin" - Chico César

  Segundo destaque - CD Bossa Romântica - música "O que é Amar (Remix) - Shirley Espíndola e Tifany Espíndola



Escrito por tonsdobrasil às 19h25
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Quadro "Spot Light" por Beto Feitosa

  Boa tarde Shirley, olá ouvintes do Tons do Brasil

 

Então, eu fico com um gostinho de orgulho quando posso trazer um novo nome aqui pra esse espaço tão democrático. É o caso de hoje, que vou falar sobre um jovem compositor paulistano. Ele se chama Caio Bassitt e tem 24 anos. É estudante de Letras da PUC.

 

Então, aos 15 anos ele seguiu o caminho de vários garotos: tocou guitarra em uma banda de rock. Mas logo depois descobriu os grandes do samba como Noel Rosa e Paulinho da Viola. E foi ali, numa roda informal, que ele descoibriu que o samba ia além dos pagodes mauricinhos que ele ouvia nas rádios. A partir daí se apaixonou e aprofundou. Encontrou sua praia.

 

Hoje Caio esta lançando seu primeiro CD, com o aval do grande Délcio Carvalho que assina um elogioso texto no encarte e ainda apresenta uma parceria com o jovem músico. Quem também está no disco é a grande cantora Fabiana Cozza, que divide com Caio duas faixas. A gente vai ouvir uma delas, a contagiante Pra você, do próprio Caio.

 

  

Foi Caio Bassitt e Fabiana Cozza com Pra você.

Saiba mais: www.caiobassitt.com.br

 

Espero que tenham gostado! Quem quiser conhecer essa e outras novidades, espero a visita em www.ziriguidum.com. Semana que  vem to de volta aqui.

 

Um grande abraço e até lá!



Escrito por tonsdobrasil às 19h10
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Matéria sobre a "Bienal de São Paulo leva arte brasileira para Valência" por Carolina Fontebasso

  Distância: apenas um detalhe para a arte

                                 Bienal de São Paulo leva arte brasileira para Valência

 

            Levando na bagagem a arte contemporânea brasileira, a Bienal de São Paulo desembarcou em Valência, Espanha, como convidada de honra para a mostra “Encontro entre dois mares – Bienal de São Paulo e Valência”. Para o mentor e organizador do evento, o espanhol Amador Griñó, o objetivo da mostra é contribuir para que Valência se torne o ponto de encontro entre a arte européia e a americana. Neste caminho, a presença da Bienal de São Paulo adquire caráter indispensável uma vez que a instituição é reconhecida como a fonte mais importante de informação sobre a arte da América do Sul e Latina.

Uma das exposições que a Bienal de São Paulo levou à Valência é a mostra “Luz do Sul” com curadoria de Agnaldo Farias e Jacopo Crivelli. A mostra reúne obras de 17 artistas e tenta fugir do estereótipo que retrata o Brasil como um país exótico. O objetivo de “Luz do Sul” é apresentar um Brasil contemporâneo por meio de temas como a linguagem, o poder e o cotidiano.

Outra mostra brasileira presente na exposição é a “Áfricas – Américas, encontros convergentes: ancestralidade e contemporaneidade”. A mostra tem curadoria de Emanuel Araújo e vai a Valência mostrando obras que retratam raízes africanas e indígenas com o objetivo de resgatar a ancestralidade da cultura brasileira.

“Encontro entre dois mares” está dividida em cinco segmentos instalados em três espaços espanhóis: no Centro del Carmem, na Nave Segunto e na Universidade de Valência. No total, a mostra oferece obras de mais de 200 artistas de diferentes nacionalidades somando 133 toneladas de obras. A exposição continua até o dia 17 de junho. Para acompanhar um pouco da mostra pela Internet, acesse www.encuentroentredosmares.com.

 

Carolina Fontebasso para o Tons do Brasil.



Escrito por tonsdobrasil às 19h07
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Boletim "Aumenta o volume que lá vem História" pelo prof. Martinho

  29º - BOLETIM – 28/ABR/07 - Boa Tarde Shirley e Caros ouvintes!

 

Em 1921 Graciliano Ramos escreveu um artigo afirmando: “O futebol não pega, tenham a certeza... estrangeirices não entram facilmente na terra do espinho”. Um dos maiores nomes da nossa literatura estava redondamente, o futebol não só pegou, como se transformou em paixão e símbolo da identidade nacional. Quem brasileiro não tem na família alguém que sonhou em ser jogador de futebol? Que garoto não se lembra da sua primeira bola de futebol, da primeira camisa do time de coração ou o primeiro jogo que assistiu no estádio: Jaime Cintra, Parque Antártica, Pacaembu e outros espalhados por esse Brasil a fora. Histórias como essa de Graciliano Ramos dentre outras são contadas pelo jornalista CLAUDIO NOGUEIRA, no livro FUTEBOL BRASIL MEMÓRIA, EDITORA DO SENAC e pelos historiadores FRANCISCO CARLOS TEIXEIRA DA SILVA e RICARDO PINTO DOS SANTOS, no livro MEMÓRIA SOCIAL DOS ESPORTES: FUTEBOL E POLÍTICA, MANUAD EDITORA:FAPERJ. Ambos os livros tem suas origens no Laboratório Tempo, da UERJ e nos estudos da chamada “sociologia do futebol”. O primeiro livro – Futebol Brasil Memória - trata da organização do esporte no Rio de Janeiro, desde a iniciativa do jovem aristocrata Oscar Cox (1880-1831) até a fundação dos primeiros clubes na década de 30. O segundo livro – Memória Social dos Esportes - reúne artigos sobre a relações entre o futebol e sociedade e depoimentos. Como o futebol passou de um esporte de elites para um esporte de massas. A história desse esporte está longe de uma origem exclusivamente glamurosa, pelo contrário, essa história é  marcada também por conflitos: praticado como lazer pelas elites, os clubes barravam a participação de analfabetos, operários e negros.          

Aumenta o Volume que Lá Vem História!

Apoio cultural da Livraria Casa de Livros-Você vai querer mudar pra cá!

Endereço eletrônico www.casadelivros.com.br

                              A Leitura faz a diferença, leiam!

Eu sou o Prof. Martinho Condini. Para o Tons do Brasil.



Escrito por tonsdobrasil às 19h05
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TONS DO BRASIL RECOMENDA

VOZ E CANTO - Fisiologia e Arquitetura

 O livro Voz e Canto – Fisiologia e Arquitetura foi escrito pela fonoaudióloga Aline Tafarelo Vargas e pela cantora Shirley Espíndola. O livro discorre sobre a parceria da arte do canto e da voz profissional e mostra a atuação de duas profissionais de áreas diferentes, porém com objetivos muito próximos. Uma fonoaudióloga especialista em Voz e natural de Jundiaí - SP e a outra, cantora e locutora natural de São Paulo – SP. Decidiram somar suas experiências individuais e como parceiras há anos, escrevendo um livro para pessoas que trabalham com a voz, denominados: PROFISSIOANIS DA VOZ.

 O livro traz os conceitos dos princípios da respiração, fonação, exercícios gerais e específicos para cada área de atuação profissional, como: LOCUTORES, CANTORES, TELEMARKETING, PROFESSORES, APRESENTADORES, entre outros. Além de dicas e técnicas vocais, Voz e Canto, acompanha um CD com vinte e cinco vocalizes. As autoras contaram com a colaboração do Dr. Luis Henrique Chechinatto, médico especialista em otorrinolaringologia e apreciador das vozes profissionais, que escreveu sobre os cuidados vocais e a relação dos medicamentos que podem causar algumas alterações.

"Este projeto foi realizado com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo – PAC –Programa de Ação Cultural"

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Escrito por tonsdobrasil às 15h36
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Shirley Espíndola apresentou no dia 21 de abril no programa Tons do Brasil

Veja o que aconteceu no programa:
  • Entrevista com João Ormond - O Violeiro do Pantanal Mato-grossense 
  • Beto Feitosa e o novo CD de Monica Salmaso  
  • Carolina Fontebasso apresentou a matéria "100 anos de Niemeyer"
  • Prof. Martinho Condini falou sobre o livro "Planeta Favela"
  • Marcelo Abud apresentou o boletim "O TOQUE" sobre o projeto CONCERTERÇA

 Música de destaque "3° do Plural" - CD Acústico MTV - Engenheiros do Hawai

 Música de destaque - TÔ (Rita Ribeiro e Zeca Baleiro) - CD Pérolas aos Povos - Rita Ribeiro

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Escrito por tonsdobrasil às 23h56
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Shirley Espíndola entrevistou o Violeiro do Pantanal Mato-grossense João Ormond

A apresentadora do programa Tons do Brasil recebeu neste sábado dia 21 de abril nos estúdios da Rádio Difusora o cantor, compositor e instrumentista João Ormond, O Violeiro Pantanal.

   

A obra de João Ormond expressa a rica e histórica encruzilhada etno-musical característica do velho Mato Grosso, de cerrados e pantanais, de negros, ameríndios e migrantes que interiorizaram o Brasil. A esta matriz somaram-se as contribuições da fronteira espanhola, por onde chegaram a polca paraguaia, o chamamé, a guarânia, o tango e a valsa. Essa mescla resultou na formação basal da musicalidade e da cultura mato-grossense, que recebeu, ainda, nas últimas décadas, levas e levas de brasileiros oriundos de diversas regiões do Brasil, trazendo em suas bagagens outros ingredientes culturais, músicas e ritmos que retocaram a sua face musical.

O trabalho de viola de João Ormond é uma das mais expressivas revelações da paisagem poético-musical do Mato Grosso-Brasil, revelando uma hibridação de sons e composições que sintetizam o que há de mais fino na chamada música popular brasileira (MPB), arranjada no choro lírico da viola de pinho – não deixando esquecer, assim, aquilo que bem registrou o sociólogo e crítico literário Antonio Cândido: que o lençol caipira brasileiro partiu de São Paulo e se estendeu até às terras mato-grossenses.

             http://www.joaoormond.com.br

A discografia de João Ormond tem como ponto de partida o CD Rio Abaixo, lançado em 1997, prenunciando uma trajetória musical cada vez mais definida e madura com o passar dos anos. Seu segundo disco, Capins e Riachos, desembocou, no fluxo dessa hidrografia musical, em Reduto de Violeiro, seu terceiro CD, vindo à luz no ano de 2001. Este trabalho foi indicado ao prêmio “CARAS” de Música -2001 na categoria melhor CD Regional, teve a música “Lá no Sertão” gravada pela Leci Brandão, e marca, definitivamente, sua intimidade com a viola caipira e um estilo que aparece em traços mais e mais expressivos. Seu último trabalho, o CD Viola Encantada, lançado em 2004, é um sólido cadinho onde se misturam e condensam iguarias da musicalidade e da poética características da cultura brasileira, além da participação especial de “Pena Branca”.

 



Escrito por tonsdobrasil às 23h36
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Quadro "Spot Light" por Beto Feitosa

 Boa tarde Shirley, boa tarde Tons do Brasil!

 

A obra de Chico Buarque é sempre vista e visitada por vários artistas. Material pra fazer boas coisas é que não falta, certo? Então, a nova cantora a se aventurar nessa seara é Mônica Salmaso. A cantora paulistana vem de um trabalho muito elogiado e, agora, se juntou ao excelente grupo Pau Brasil para cantar um repertório de Chico que foge do convencional.

 

Os arranjos do Pau Brasil são de uma elegãncia ímpar, e casam muito bem com a voz educada de Monica Salmaso. Vamos ouvir como ficou interessante esse novo arranjo do clássico Construção com Monica Salmaso e grupo Pau Brasil.

 

 

Foi Mônica Salmaso e grupo Pau Brasil com Construção, de Chico Buarque. O disco se chama Noites de gala, samba na rua e está chegando ao mercado pela Biscoito Fino. Vale a pena!

 

Então vou ficando por aqui, lembrando que quem quiser saber mais sobre esse e outros lançamentos, espero a visita em www.ziriguidum.com

 

Um grande abraço e até semana que vem!



Escrito por tonsdobrasil às 23h26
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Matéria "100 anos de Niemeyer" por Carolina Fontebasso

Da criação para o criador: Memorial homenageia 100 anos de Niemeyer

 

Há 18 anos, Oscar Niemeyer entregava à Barra Funda, em São Paulo, o Memorial da América Latina. Hoje, a criação homenageia o criador. Desde o último 28 de março, acontece no Memorial a exposição “Oscar Niemeyer e Memorial da América Latina: idéia e a obra”. A mostra tem como objetivo celebrar o aniversário de 100 anos do arquiteto expondo croquis, desenhos de arquitetura e os projetos técnicos do próprio Memorial. Além disso, a mostra traz fotos de Pedro Ribeiro, que registrou as etapas da construção, e um vídeo com uma entrevista inédita de Niemeyer.

            Para o curador da exposição, o arquiteto Rodrigo Queiroz, a mostra alcança desde crianças até estudantes de arquitetura devido ao caráter didático adotado na escolha e composição das peças.

            Oscar Niemeyer é tido como a maior referência da arquitetura brasileira. Suas obras são reconhecidas pelo uso das curvas em concreto e pelos espirais. Niemeyer assinou, entre outras famosas obras, prédios públicos de Brasília como o Palácio do Planalto, Palácio da Alvorada, Palácio do Itamaraty e, também, o Ibirapuera em São Paulo e o conjunto da Pampulha em Belo Horizonte.

E mesmo com quase 100 anos de vida e 72 de carreira, Niemeyer continua produzindo e criando projetos. Recentemente, o arquiteto inaugurou o Teatro Popular de Niterói. O espaço tem capacidade para 10 mil espectadores e impressiona pelas curvas em concreto e por uma parede de vidro que permite ao público ver a Baía de Guanabara do interior do teatro.

            Oscar Niemeyer trabalha atualmente, também, com a projeção de um teatro, um centro multimídia e um monumento para Cuba. Além disso, o arquiteto pretende levar à Cuba, para Havana, uma filial de sua fundação com o objetivo de não perder contato com os cubanos.

            A exposição “Oscar Niemeyer e Memorial da América Latina: idéia e a obra” está disponível à visitação até dia 28 de abril de segunda a sexta-feira das 9h às 18h e aos sábados das 9h às 15h. O Memorial da América Latina fica na Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664, na Barra Funda, em São Paulo. A entrada é franca.

 

Carolina Fontebasso para o Tons do Brasil.



Escrito por tonsdobrasil às 23h25
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Boletim "Aumenta o volume que lá vem História" pelo prof. Martinho Condini

28º - BOLETIM – 21/ABR/07 - Boa Tarde Shirley e Caros ouvintes!

 

É fato que o crescimento desenfreado das populações urbanas provocou, principalmente a partir da segunda metade do século XX, a proliferação das favelas nos grandes centros urbanos mundiais. Esses dois temas estão no livro PLANETA FAVELA, EDITORA BOITEMPO, do historiador e urbanista norte-americano MIKE DAVIS. O seu livro é uma investigação desse fenômeno em países que se dizem em “desenvolvimento” na América Latina, Ásia e África. Ele mostra que apesar das diferenças geográficas as tendências e problemas são homogêneas, universais. Desequilíbrios no meio ambiente, meios de transportes precários, desemprego em massa, alto nível de miséria e altíssimas taxas de criminalidade fazem parte do cotidiano das mais de 200 mil favelas espalhadas pelo mundo. O rigor teórico e estatístico é destaque além da riqueza dos relatos que nos da a verdadeira dimensão desse fenômeno chamado favelas. Como por exemplo, a “Cidade dos Mortos” no Cairo, onde um milhão de pobres usam sepulturas de antigo cemitério como moradia. O autor destaca o problema das favelas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Na edição brasileira há um posfácio da estudiosa do tema no Brasil, Ermínia Maricato, e um caderno de fotografias de André Cypriano.   

 

Aumenta o Volume que Lá Vem História!

Livraria Casa de Livros - Você vai querer mudar pra cá!

Endereço eletrônico www.casadelivros.com.br

 

A Leitura faz a diferença, leiam!

Eu sou o Prof. Martinho Condini. Para o Tons do Brasil.



Escrito por tonsdobrasil às 23h22
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Boletim "O Toque" por Marcelo Abud

olá, eu sou o marcelo abud e este é o boletim do site o toque, em sintonia com a música independente do brasil.

 

O boletim do site O Toque apresenta trechos de dois dos mais tradicionais grupos da música brasileira de todos os tempos: Demônios da Garoa e Língua de Trapo. Você vai ouvir encontros ao vivo, que reproduzem a essência do Concerterça, onde ambos se apresentam no encerramento do projeto nesta terça, dia 24 de abril.

O Língua de Trapo abriu o projeto no dia 6 de fevereiro, recebendo como convidadas Tetê e Alzira Espíndola. Desse encontro, nosso destaque fica para a interpretação da hilária “Garota Solitária”, de Adelino Moreira.

Com o Demônios da Garoa, o grande momento fica para a versão que apresentam do grande sucesso do grupo Língua de Trapo e que deverá ser reproduzida no palco do Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, nessa próxima terça. O tradicional grupo de samba dá voz e ritmo à Concheta, com a participação do próprio Laert Sarrumor. O encontro foi promovido em 25 de abril de 1998 no programa Rádio Matraca, que é apresentado pela Rádio USP.

 

Abraço, 

         Marcelo Abud
    www.pecasraras.com
11 - 34835807 / 92388825



Escrito por tonsdobrasil às 23h20
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Shirley Espíndola apresentou no dia 14 de abril

     Vejam o que aconteceu no programa Tons do Brasil no dia 14 de abril  

  • Entrevista com Ava Araújo
  • Beto Feitosa e a homenagem à Rita Lee  
  • Carolina Fontebasso apresentou a matéria "Maysa e uma multidão de amores"
  • Prof. Martinho Condini falou sobre a obra DICIONÁRIO DA DATAS DA HISTÓRIA DO BRASIL


Escrito por tonsdobrasil às 00h10
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Shirley Espíndola entrevistou a cantora e produtora Ava Araújo

 Conheça mais sobre Ava Araújo : www.blogdaava.blogspot.com

                                                    www.myspace.com/araujoava

Nascida na cidade de Vila Velha, no Estado do Espírito Santo, iniciou sua carreira em 1993 em Brasília onde foi residir no final da década de 80. Fez aulas de teoria e canto popular na Escola de Música do Espírito santo – ligada ao Conservatório de Música do Rio de Janeiro. Estudou violão popular com o professor Everaldo Pinheiro e percussão e bateria na Musimed em Brasília com o professor Max Willians. Ainda em Brasília participou de vários espetáculos em projetos interessantes como o Temporadas Populares onde fez a abertura do show de Fátima Guedes em 1997 no Teatro dos Bancários e  vários outros shows pelo projeto Arte por Toda Parte. Diversos outros shows também foram feitos em importantes teatros da cidade com excelente resultado de público e de crítica como na Sala Martins Penna no Teatro Nacional Cláudio Santoro, Teatro do Sesc, Teatro da Funarte, além de casas renomadas como Feitiço Mineiro, Gates Pub dentre outras. Além disto Ava Araujo já esteve participando de outros projetos musicais em Goiânia, Rio de Janeiro, Vitória onde reside e trabalha desde 2002.

Sempre acompanhada por bons músicos a cantora Ava Araujo realizou ao longo dos anos excelentes trabalhos. Participaram de seus shows músicos como o violonista Paulo André (com disco gravado com a pianista Eliane Elias) o violonista Everaldo Pinheiro (professor da Escola de Choro Rafael Rabello de Brasilia), o violonista Jaime Ernest Dias (professor da Escola de Música e com vários discos gravados), a pianista Elenice Maranesi (professora da Escola de Música e com quem a Ava Araujo possui algumas composições em parceria), os pianistas Tonny Yucatan e José Cabrera; os baixistas Rômulo Duarte, Oswaldo Amorim e Hamilton Pinheiro; o percussionista João Bani (atual membro da banda do Jorge Vercillo), os bateristas Almir Jorge e  Erivelton Silva (da banda da Leila Pinheiro atualmente), o violonista sete cordas Evandro Barcellos (professor da Escola de Choro Rafael Rabello de Brasília), os violoncelistas Ocello Mendonça e Celso Bastos e muitos outros excelentes músicos. Atualmente ela está trabalhando com os músicos Zeca Tourinho (baixo), Troten Valdez (piano) Rodrigo Salsterra (bateria).

Influências musicais na carreira da Ava Araujo foram e são muitas.  Destacam-se, no entanto, algumas divinas, como ela mesma considera: Elis Regina, Elizete Cardoso e Leny Andrade, que possuem técnica vocal, emoção e muito suingue brasileiro no cantar. Depois vêm as cantoras/compositoras como Joyce e Fátima Guedes e os mestres da música nacional, como o Tom Jobim, o Chico Buarque, Edu Lobo, Carlos Lyra, Egberto Gismonti, Dori Caymmi, Guinga, Aldir Blanc, Ivan Lins, Gilberto Gil, João Gilberto, Caetano, Djavan... e por aí vai. Sem contar as divas do jazz, onde Ava Araujo sempre busca inspiração e estímulo para o canto como Diane Shurr (sua preferida), Dina Washington, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan e Diana Krall, Dianne Revees, Nancy Wilson, e tantas outras.

Neste momento ela prepara com muito cuidado o repertório para o  disco que inclui composições próprias e algumas inéditas de  novos compositores brasileiros.                       



Escrito por tonsdobrasil às 00h00
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Homenagem a Rita Lee por Beto Feitosa

  Boa tarde Shirley, boa tarde Tons do Brasil!

 

Então estamos oficialmente abrindo a temporada de homenagens a Rita Lee. Esse ano nossa roqueira mor completa 60 anos de vida e 40 de música. Sempre inventando moda, revolucionando e ajudando a escrever a nossa história.

 

Rita Lee é personagem que dá pra gente falar durante horas. Mas como nem ela é muito de viver de passado, vamos falar de futuro. Agora em maio a Biscoito Fino coloca no mercado 3 DVDs com um mega documentário sobre a vida de Rita e, claro, muita música!


Logo depois Rita vai ganhar título de Cidadã Carioca e sai em uma mega-turnê levando essa festa pra todo o país.

 

Também está sendo lançada uma coleção de roupas inspiradas no universo de Rita, com frases e fotos dela. Na carona dessa coleção vem uma exposição de seu figurino. E é projeto que não acaba mais!

 

Vocês podem ficar informados de tudo que acontece no site www.uol.com.br/ritalee. Ta sempre atualizado.

 

 

Bem, vamos ouvir uma música de Roberto de Carvalho com letra de Arnaldo Antunes. Claro que Arnaldo fez baseado na vida de Rita, vamos ouvir com ela Meio fio.

                                 

 

 Foi Rita Lee cantando Meio fio, de Roberto de Carvalho e Arnaldo Antunes.

 

Então é isso por hoje, vamos ficando por aqui e esperando a visita de vocês em www.ziriguidum.com


Semana que vem tô de volta. Um abração, bom final de semana e até lá! Tchau.



Escrito por tonsdobrasil às 23h53
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Matéria "Maysa e uma multidão de amores" por Carolina Fontebasso

 Maysa e uma multidão de amores

Biografia marca os 30 anos de morte da cantora

“Os olhos de Maysa são dois oceanos não pacíficos”. Este foi o verso que Manuel Bandeira usou, há mais de duas décadas, para definir um pouco da personalidade e do estilo de Maysa, cantora que marcou a música popular brasileira dos anos 50 aos 70.

Este ano, a morte de Maysa completa 30 anos e, para marcar a data, o jornalista Lira Neto lança a biografia “Maysa: Só Numa Multidão de Amores”. Para escrever as 450 páginas da obra, Lira pesquisou, por dois anos, mais de 30 kg de material entre diários íntimos, cartas, bilhetes, fotografias e 100 mil recortes de jornais e revistas do Brasil e do exterior. O material foi cedido pelo filho da cantora, o diretor de cinema e televisão Jayme Monjardim. Além do material cedido por Monjardim, Lira Neto realizou, ainda, 200 entrevistas com pessoas que conviveram direta ou indiretamente com Maysa como músicos, colegas e parentes. A obra traz, também, uma coleção inédita de fotos e um relato completo dos oito anos que Maysa viveu fora do Brasil.

Para Lira Neto, Maysa foi uma mulher que viveu de forma tumultuada e intensa. O livro, segundo ele, relata tanto os bons quanto os maus momentos da cantora para que os leitores entendam as motivações que moveram Maysa durante sua vida e carreira.

A trajetória musical de Maysa teve início em 1956 com o LP “Convite para ouvir Maysa”. O álbum foi recorde de vendas com as canções “Meu mundo caiu”, “Adeus” e “Ouça”. A partir daí, Maysa marcou lugar na MPB como a cantora das composições tristes e melancólicas. Com 18 CDs lançados, Maysa faleceu em 1977 em um acidente de carro na ponte Rio - Niterói aos 40 anos de idade.

Para conhecer uma pouco mais sobre Maysa, você confere, abaixo, um trecho da biografia “Maysa: Só Numa Multidão de Amores”, de Lira Neto.

 

Carolina Fontebasso para o Tons do Brasil.

 

“Maysa: só numa multidão de amores", Lira Neto (Editora Globo).

“Os telespectadores logo começaram a perceber que havia algo errado com Maysa. Muitas vezes ela chegou a cambalear diante das câmeras, durante a apresentação de seus programas. Os objetos do cenário --um poste aqui, uma coluna grega acolá-- passaram a funcionar como providenciais pontos de apoio, nos quais ela se segurava para não cair em pleno palco. As duas doses de antes, "pra dar coragem", estavam sendo substituídas agora por litros de vodca e uísque. O rosto de Maysa igualmente denunciava que alguma coisa não ia realmente bem com a estrela. Os raros sorrisos, muitas vezes carregados de amarga ironia, agora acentuavam a característica curvatura que possuía o lábio superior, voltado ligeiramente para baixo, o que lhe atribuía um certo semblante de tristeza até quando ria. Mas o que poucos conseguiam entender era como podia ser possível que, quanto mais bebesse, melhor Maysa cantasse”.



Escrito por tonsdobrasil às 23h51
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Quadro "Aumenta o volume que lá vem História" pelo prof. Martinho Condini

  27º - BOLETIM – 14/ABR/07 - Boa Tarde Shirley e Caros ouvintes!

 

Hoje irei falar de uma obra para os apaixonados pela História do Brasil, o título pode não chamar atenção e parecer uma leitura cansativa e desinteressante. Engana-se, à  leitura de cada verbete desperta a vontade de ler o próximo e assim sucessivamente, deixando aquele gosto de quero ler mais. A obra que me refiro é o DICIONÁRIO DA DATAS DA HISTÓRIA DO BRASIL, organizado pela historiadora CIRCE BITTENCOURT, EDITORA CONTEXTO. A discussão entre os historiadores e as datas históricas acontece a décadas.A partir do início do século XX com  chamada Escola dos Annales essa discussão foi desprezada. Com esse dicionário a discussão em relação à análise dos acontecimentos históricos através “dos grandes fatos” ou dos “grandes homens” volta a baila entre os historiadores. Nãopodemos negar que as datas contribuem para construir a história e a memória de uma sociedade. Neste dicionário foram selecionadas diferentes datas, o critério para essa seleção foi a importância de cada data para as diferentes classes sociais que constituem o que chamamos de povo brasileiro. Os verbetes que compõem esse dicionário foram escritos por historiadores e cientistas sociais, e trazem consigo o significado de cada tema para a História do Brasil e as discussões historiográficas mais atualizadas sobre o assunto. O leitor irá encontrar verbetes como o surgimento da televisão no Brasil, a Guerra da Tríplice Aliança o assassinato do operário Manuel Fiel Filho na ditadura militar e outros. A todos uma boa leitura.       

 

O boletim Aumenta o Volume que Lá Vem História!

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Fone (11- 5182.4227)                             

 

A Leitura faz a diferença, leiam!

Eu sou o Prof. Martinho Condini. Para o Tons do Brasil.



Escrito por tonsdobrasil às 23h49
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Shirley Espíndola apresentou no dia 07 de abril

A seguir vejam o que aconteceu no programa Tons do Brasil no dia 07 de abril  

  • Marcelo Abud destacou o "ConcerTerça" 
  • Prof. Martinho Condini falou sobre o livro 
  • Carolina Fontebasso apresentou a matéria "Festival dos Melhores Filmes de 2006"


Escrito por tonsdobrasil às 21h02
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Boletim "O Toque" por Marcelo Abud

 Olá,

O boletim do site O Toque volta a destacar o projeto ConcerTerça. Criado por Isser Korik e Laert Sarrumor, o projeto reúne música e diversão no palco do teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis. A cada semana, um artista recebe um colega e o homenageia, cantando junto uma música sua, no final. Na semana seguinte, quem foi “recebido” é que convida mais uma atração e assim sucessivamente durante as doze semanas de duração do ConcerTerça. Durante a apresentação dos números musicais, acontece um bate-papo com o apresentador do projeto Laert Sarrumor. Os shows estão sendo gravados e os melhores momentos serão apresentados em duas edições especiais do programa Rádio Matraca, da Rádio USP.

No próximo dia 10 de abril, o projeto promove um encontro histórico: André Abujamra e Maurício Pereira. Eles mostram seus trabalhos individuais e revivem uma das duplas musicais mais divertidas dos últimos tempos: Os Mulheres Negras.

O Teatro Folha fica no Shopping Pátio Higienópolis. O endereço é Av. Higienóplois, 618. O telefone para mais informações é o 11 - 38232323.

As apresentações de música e humor acontecem às 9 da noite. 
Abraço e boa Páscoa,
 

         Marcelo Abud
    www.pecasraras.com
11 - 34835807 / 92388825



Escrito por tonsdobrasil às 20h57
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Quadro "Aumenta o volume que lá vem História" pelo prof. Martinho Condini

 26º - BOLETIM – 07/ABR/07 - Boa Tarde Shirley e Caros ouvintes!

 

Declarou Raquel de Queiroz - “Talvez aqueles que nos imaginam apenas como mestiços indolentes tocadores de violão, sintam agora por nós um respeito maior, vendo que somos uma gente laboriosa, resistente, humilde, destemida e cordial. Que somos realmente um povo” -  quando viu as fotos de Jean Manzon, fotógrafo francês que captou as primeiras imagens de um Brasil que deixava sua tradição agrícola para se tornar uma nação moderna e industrializada. Essas fotos foram publicadas na revista O CRUZEIRO durante as décadas de 40 e 50. Parte dessa mostra está no livro organizado por Leonel Kaz  - JEAN MAZON: RETRATO VIVO DA GRANDE AVENTURA, APRAZÍVEL EDIÇÕES. A obra reúne 200 imagens arranjadas em quatro capítulos:  “Anonimato e Personalidade”; “Rústico e Industrial”, “Sagrado e Profano” e “Tradição e Modernidade”. Enquanto o Brasil passava por profundas transformações no Estado Novo de Getúlio Vargas, e, posteriormente, o desenvolvimentismo dos anos de JK, Manzon, ao lado do jornalista David Nasser, mostrava através da revista O Cruzeiro, o retrato de um país repleto de contrastes. Ao contrário da imagem de “preguiçosos”, que os europeus carregam ao nosso respeito desde o período colonial, o fotógrafo  francês mostrou através de sua lente um Brasil repleto de trabalhadores: lavradores, boiadeiros, jangadeiros e operários. Ele revela  através das fotos um país com imensa diversidade e uma pujança em busca do desenvolvimento. O livro tem o prefácio do historiador Francisco Carlos Teixeira Martins e um pós-fácio assinado pela jornalista Ana Cecília Martins. As fotos de Manzon  mostram   um dos mais belos e apaixonantes períodos da História do Brasil. 

 

O boletim Aumenta o Volume que Lá Vem História!

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Eu sou o Prof. Martinho Condini. Para o Tons do Brasil.



Escrito por tonsdobrasil às 20h55
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Matéria "Festival dos melhores filmes de 2006" por Carolina Fontebasso

 CineSesc apresenta os Melhores de 2006

Público e crítica elegem os melhores filmes de 2006 que são reprisados até dia 19

Quem não pode acompanhar as novidades do cinema no último ano tem, agora, uma nova chance. Aqueles que conferiram tudo de perto têm, também, a oportunidade de ver novamente as produções preferidas. É que o CineSesc realiza, até o dia 19 deste mês, o Festival Sesc dos Melhores Filmes de 2006. No total vão ser reprisados 50 filmes eleitos pela crítica e pelo público como as melhores produções do ano.

                Na votação desta edição do Festival, público e crítica estiveram de acordo e escolheram Cachê do austríaco Michael Haneke como o melhor filme internacional do ano. Já no quesito diretor, o público elegeu Pedro Almodóvar por Volver enquanto a crítica preferiu novamente o austríaco Haneke.

                Do cinema brasileiro, os críticos sentenciaram que O Céu de Suely foi o melhor filme brasileiro e que Karin Alnouz mereceu o prêmio de melhor diretor. Já o público preferiu como melhor produção nacional o filme O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias e o melhor diretor foi Cão Hambúrger.

                Público e crítica só voltaram a concordar nos quesitos melhor ator e melhor atriz brasileiros. Os escolhidos foram Hermila Guedes por O Céu de Suely e Matheus Nachtergaele por Tapete Vermelho.

                Quanto às produções internacionais, o público escolheu Penélope Cruz como melhor atriz por Volver e Daniel Auteuil como melhor ator por Cachê. Já a crítica concordou com a eleição de Penélope Cruz por melhor atriz, mas preferiu Philip Seymour Hoffman como melhor ator por Capote.

                O público surpreendeu ao incluir A Máquina de João Falcão na lista dos melhores. O filme, apesar de bem produzido, amargou poucos espectadores.

                O Festival Sesc dos Melhor Filmes de 2006 oferece apresentações diárias, até dia 19, com ingressos que variam de R$4,00 a R$2,00. Você pode conferir a programação completa do Festival pelo portal do Sesc no endereço www.sescsp.org.br.

 

Carolina Fontebasso para o Tons do Brasil.



Escrito por tonsdobrasil às 20h54
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Shirley Espíndola apresentou no dia 31 de março

A seguir vejam o que aconteceu no programa Tons do Brasil no dia 31 de março 

  • Beto Feitosa falou sobre a cantora Clara Moreno
  • Carolina Fontebasso apresentou a matéria "Festival de Teatro de Curitiba"
  • Prof. Martinho Condini falou sobre o livro "EI, PROFESSOR" narrado por Frank McCourt 
  • Marcelo Abud destacou no "O Toque" o produtor Thomas Roth ( um dos jurados do programa Ídolos) 


Escrito por tonsdobrasil às 20h53
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Quadro "Spot Light" por Beto Feitosa

 Boa tarde, Tons do Brasil! Olá, Shirley!

 

Quem está lançando disco novo é a cantora Clara Moreno. Sabem quem é? Filha da Joyce, aquela menina que dividiu com o Brasil sua canção de ninar particular, Clareana.

 

Então Clara cresceu e ganhou mundo. Já lançou três discos, a maioria na onda da bossa eletrônica. Agora radicalizou e fez um disco totalmente acústico, mas o samba continua globalizado. Meu samba torto sai pelo selo Atração e tem participação ativa do produtor e compositor Celso Fonseca.


Vamos ouvir então com Clara Moreno a faixa título do álbum, que será lançado tamém na Europa e no Japão. Meu samba torto, de Celso Fonseca.

 

 

 

Então.. quanto tempo... o Brasil a conheceu pequena em 1980. Hoje Clara e artista e roda o mundo com outros sons.

 

Vou ficando por aqui, mas espero a visita de vocês em www.ziriguidum.com.

 

Um grande abraço e até semana que vem!



Escrito por tonsdobrasil às 20h49
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"Festival de Teatro de Curitiba" por carolina Fontebasso

Festival de Teatro de Curitiba

Capital paranaense realiza 900 apresentações

 

Desde o último dia 21, e até amanhã, acontece na capital paranaense o Festival de Teatro de Curitiba, edição 2007. Durante os mais de 10 dias de evento, a cidade recebe 223 espetáculos que totalizam 900 apresentações.

As peças, para serem apresentadas na programação do Festival, foram avaliadas e selecionadas pelos curadores do evento. Nesta edição o Festival de Teatro de Curitiba conta com produções de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Salvador e Recife.

As produções selecionadas para o Festival foram separadas em três núcleos principais: o primeiro deles é a Mostra Oficial composta por 22 peças que são encenados durante os diversos dias do evento; outro núcleo é a Fringe, a mostra paralela do Festival com apresentações de grupos nacionais e estrangeiros; há, também, o núcleo Mostra Infantil que este ano traz 26 espetáculos em comemoração ao Dia do Teatro para a Infância e Juventude, comemorada no último dia 20. Além destes núcleos, o Festival oferece diversos eventos paralelos como desfiles, mostras alternativas, oficinas, exposições e lançamentos.

Para saber mais sobre o Festival de Teatro de Curitiba, você pode ver fotos e ler a sinopses das peças no site oficial do evento pelo endereço www.festivaldeteatro.com.br.

 

Carolina Fontebasso para o Tons do Brasil.



Escrito por tonsdobrasil às 20h47
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Quadro "Aumenta o volume que lá vem História" pelo prof. Martinho Condini

25º - BOLETIM – 31/MAR/07 - Boa Tarde Shirley e Caros ouvintes!

 

EI, PROFESSOR, de FRANK MCCOURT, da EDITORA INTRÍNSECA, é o livro de um autor que tornou-se conhecido aos 66 anos, quando lançou seu primeiro livro de memórias -  CINZAS DE ANGELA (1996). McCourt foi um narrador, como podemos perceber através da sua terceira obra de memórias -  EI, PROFESSOR – que cobre três décadas de dedicação ao magistério em Nova York. Este livro não é um manual como ensinar ou rosário de dilemas e queixas de um professor. Neste livro ele mostra como um ex-menino pobre chegou a profissão de professor – por ser pouco disputada acaba dando a muitos a oportunidade de ultrapassar sua condição social. Depois de imigrar da Irlanda para os Estados Unidos, trabalhou em serviços braçais até servir o no Exército e ganhar uma bolsa de estudos na New York University. Com as obras de Shakespeare, presente dado pela mãe, que as comprou com muito sacrifício, McCourt chega aos Estados Unidos, substituindo a  Bíblia católica, que o martirizou com proibições absurdas, pela palavra em estado de liberdade expressiva. Com um legado literário conseguido de forma tumultuada e a experiência das ruas, chega ao magistério tendo de superar uma timidez crônica. Durante toda a sua atividade pedagógica McCourt idealizou uma escola onde os professores sejam guias e mentores, e não capatazes. Ao longo dos anosMcCourt vai defender a escrita como uma forma de auto conhecimento e cria a pedagogia da narração autobiográfica, ele acredita que “contar histórias é ensinar”.  Ao final de sua carreira, antes de se tornar um celebre escritor McCourt está  convencido que a função de todo ato de ensino é fazer a passagem do medo para a liberdade. 

 

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Escrito por tonsdobrasil às 20h45
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Boletim "O Toque" por Marcelo Abud

 Olá. 

Segue o boletim desta semana.

 

O boletim O Toque de número 20 destaca a segunda e última parte da entrevista exclusiva com o cantor, compositor e produtor musical Thomas Roth.

Desta vez, ele fala sobre as motivações que o levaram à criação da gravadora Lua Discos, que recentemente passou a se chamar Lua Music. Entre outras coisas, Thomas critíca as imposições feitas pelas grandes gravadoras que exigem que o artista se adeque ao estilo que estiver fazendo sucesso naquele momento e interferem também no figurino.

Thomas Roth dá o toque também sobre a linha adotada pela gravadora neste ano de 2007, que é a produção de música infantil. Aproveitando, o boletim termina justamente destacando um dos trabalhos da Lua Music no terreno da música infantil, o CD Brincando com as Palavras, que reúne músicas de Madan para poemas do saudoso José Paulo Paes.

 

Abraço,

 

Marcelo Abud
 www.pecasraras.com
11 - 34835807 / 92388825



Escrito por tonsdobrasil às 20h44
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