Tons do Brasil3


Novo blog do Tons do Brasil

O Tons do Brasil tem novo blog, com mais conteúdo, vídeo e aúdio das entrevistas.

Acesse o novo blog:

http://tonsdobrasil.blogspot.com



Escrito por tonsdobrasil às 01h26
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TONS DO BRASIL RECOMENDA



Escrito por tonsdobrasil às 21h34
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Shirley Espíndola apresentou no dia 05 de maio no programa Tons do Brasil

Veja o que aconteceu no programa:

  • Retorno do quadro "Café, Música e Cia"
  • Entrevista com Lucia Rodrigues da Dois LL Produções
  • Beto Feitosa falou sobre Tim Maia
  • "2ªMostra Latino Americana de Teatro de Grupo" por Carolina Fontebasso
  • Livro "Virtudes para um outro Mundo possível ....." pelo prof. Martinho Condini
  • Marcelo Abud e o "Ano em que Chico Buarque proibiu a Censura"

Músicas de destaque:

 "Happy hour a beira mar" - Simoninha

 "Epitáfio" - Sérgio Brito



Escrito por tonsdobrasil às 20h40
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Shirley Espíndola no bate papo do "Café, Música e Cia" com José Fernando Vargas Góes

O quadro "Café, Música e Cia" retorna com o convidado especial Dr. José Fernando Vargas Góes, cirurgião plástico, colombiano que está há 10 anos no Brasil, onde se apaixonou pelas pessoas daqui e em especial por sua esposa fonoaudióloga Aline Tafarelo.

O bate papo no Donut´s Café da Av. Nove de Julho foi descontraído e o audio será disponibilizado em breve

José Fernando trabalha na recém inaugurada clínica "Espaço Saúde"

Na entrevista, respondeu se a lipoaspiração é perigosa conforme notícias da mídia sobre aicdentes com pacientes, falou também dos cuidados que se deve ter antes de uma cirurgia plástica além de ter escolhido duas músicas da MPB para ouvir no programa, "Sózinho" - Caetano Veloso e "Já sei namorar" - Tribalhistas.

 

Contato: www.espsaude.com , fone: 11 4586-1263



Escrito por tonsdobrasil às 20h24
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Lucia Rodrigues é entrevistada por Shirley Espíndola no

Shirley Espíndola entrevistou Lucia Rodrigues, conheça mais sobre o trabalho abaixo, estaremos disponibilizando o audio da entrevista em breve,

 Lucia Rodrigues - Dois LL Produções 

EVENTOS:

  Direção artística, musical e produção de palco – PROJETO BOTECO BOHEMIA –   Moinho Santo Antonio  Nov/ 2004

  Lançamento HERALDO DO MONTE – (Cd Guitarra Brasileira)- Sesc Vila Mariana – Nov/ 2004

  COB  PREMIAÇÃO DO COMITÊ  OLÍMPICO BRASILEIRO – Teatro M RJ- Dez 2004 – show Simone

  VISA NET – festa  interna – COPACABANA PALACE – RJ – Dez/ 2004

  LIAM O’ CONNOR – Teatro Cultura Artística – Dez/ 2004

  BRADESCO ( Premiação Oscard) – teatro Alfa – Março /2005 _ Shows Paralamas do sucesso e Gilberto Gil.

  BUNGE 100 ANOS – Credicard Hall – Junho de 2005 – shows PAULINHO DA VIOLA E TOQUINHO------Balé da Cidade de São Paulo

  BUNGUE SANTOS – Mont Serrat -  show com DEMÔNIOS DA GAROA- OUT/ 2005

  NOKIA – Embalos Nokia – Marina da Barra- Dez /2005

Assina a direção e produção musical do Supremo Musical em São Paulo.(desde 1996, projetos instrumentais,novos valores e artistas consagrados)  

  PROJETO BOTECO BOHEMIA /2006     Rota de Choro nos bares – Novembro/ 2006

 

mais sobre Lucia a seguir>



Escrito por tonsdobrasil às 20h13
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Lucia Rodrigues é a entrevistada de Shirley Espíndola no "Tons do Brasil"

  LUCIA RODRIGUES- Dois LL Produções 

PRODUÇÃO / SHOWS

     Brincanto - musical infantil - 1993/94  - Shoppings, Unidades Sesc e Prefeituras.

PROJETO APROVADO PELA LEI MENDONÇA DE INCENTIVO CULTURAL Nº  10 923 / 90.

      Oxala-pere -show de lançamento de CD - Filó Machado -1993

      Produção e direção artística  do Supremo Musical (desde Julho/96)

ALGUNS SHOWS PRODUZIDOS NO SUPREMO MUSICAL:

        Nana Caymmi,Dori Caymmi,Johnny Alf,Alaíde Costa,Tetê Espíndola,Itamar Assumpção,Pery Ribeiro

        Moacyr Luz, Danilo Caymmi Jards Macalé

        Paulinho Nogueira  Jeff Gardner  João Donato

        Renato Borguetti Marcos Suzano Paulo Bellinati Fátima Guedes Nelson Ayres  Guinga  Banda Mantiqueira

        Virginia Rosa  Maria Rita Mariano César Camargo mariano

        Leny Andrade Hermeto Paschoal

 

Proprietária e produtora  DOIS LL PRODUÇÕES

SHOWS/ cds on line ( loja virtual de cds independents)

www.doisll.com.br ( portal de serviços musicais)

 

Lucia Rodrigues     

e mail Lucia@doisll.com.br

(11) 9195-9936      cel: (21) 9391 0436



Escrito por tonsdobrasil às 19h57
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Quadro "Spot Light" por Beto Feitosa

  Boa tarde Shirley, boa tarde Tons do Brasil!

 

Hoje eu venho muito bem acompanhado dele que deixa muita saudade. Trago aqui o grande Tim Maia e seu vozeirão inconfundível.

 

A Sony BMG está colocando no mercado o CD e DVD Tim Maia in concert, que é o registro de um especial que ele gravou para a TV Globo em 1989. E logo a Globo, com quem ele brigava tanto, foi quem tocou esse projeto de dar um tratamento de luxo para a música de Tim Maia. Os shows foram gravados no Teatro do Hotel Nacional em uma apresentação recheada de convidados. A festa de Tim Maia ganhava roupa de gala e contava até com uma orquestra.

 

Agora ta aí pra gente. O grande Tim Maia com roupa de gala em seu repertório. Vamos ouvir a gravação do grande clássico Primavera pra matar as saudades.

  

Foi Tim Maia com Primavera, faixa do novo CD Tim Maia in concert.

 

Com essa vou ficando por aqui, mas espero vocês em www.ziriguidum.com

 

Um grande abraço e até semana que vem!



Escrito por tonsdobrasil às 19h46
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Matéria "2ª Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo" por Carolina Fontebasso

Grupos teatrais da América Latina se reúnem em São Paulo

2ª Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo realiza apresentações inéditas

 

Vindos de vários cantos do Brasil e do exterior, 12 grupos de teatro se reúnem em São Paulo, no Centro Cultural São Paulo, para a 2ª Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo. As apresentações tiveram início em 30 de abril e prosseguem até amanhã, dia 06. Participam da mostra grupos de diversos estados brasileiros como Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Brasília além de outros países da América Latina como Cuba, República Dominicana, Venezuela, Argentina e Bolívia.

Segundo o coordenador do evento, o ator Ney Piacentini, a mostra tem como objetivo despertar o interesse do público pelo teatro uma vez que, segundo dados da Funarte, apenas 10% dos brasileiros já assistiram a uma peça teatral. Além disso, a mostra busca, também, criar um ponto de encontro e discussão entre os teatros de grupo da América Latina.

Todas as peças apresentadas durante a mostra são inéditas em São Paulo e a programação deste sábado e domingo conta com duas produções nacionais e duas internacionais: logo mais às 18h, o grupo Piollin de João Pessoa apresenta a peça “A Gaivota”, uma adaptação do clássico de Tchekov; às 21h, o grupo argentino Sanitário de Oparaciones apresenta “Mantua” inspirado em “Romeu e Julieta” de Shakespeare. Amanhã, os espetáculos começam às 13h30 com a apresentação de “É Melhor Prevenir que Remédio Dar” do grupo Pirei na Cenna que já soma mais de 200 apresentações pelo Brasil; para finalizar o evento, entra em cena o grupo boliviano Teatro de Los Andes com o espetáculo “Outra Vez Marcelo”. A peça narra a história de Marcelo Quiroga Santa Cruz, intelectual e ativista boliviano, assassinato em 1980, que lutou a favor da soberania de seu país e contra a ditadura.

Nos dias anteriores, os destaques do evento ficaram por conta do grupo cubano Buendía, que nunca esteve antes no Brasil, e que apresentou a ópera “Charenton” além do grupo pernambucano Coletivo Angu de Teatro que trouxe a São Paulo o espetáculo multimídia “Angu de Sangue” que discute desigualdade social e teve grande repercussão no Festival de Teatro de Curitiba. O evento realizou, ainda, palestras e debates sobre o teatro latino americano.

A 2ª Mostra Latino – Americana de Teatro de Grupo acontece no Centro Cultural São Paulo com fácil acesso pelo Metrô Vergueiro. Todas as apresentações têm entrada franca. Você pode encontrar mais detalhes sobre a programação, o local, e ainda conferir o que já aconteceu na mostra pelo endereço eletrônico www.centrocultural.sp.gov.br.

 

Carolina Fontebasso para o Tons do Brasil.



Escrito por tonsdobrasil às 19h44
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Boletim "Aumenta o volume que lá vem História" pelo prof. Martinho Condini

 30º - BOLETIM – 05/MAI/07 - Boa Tarde Shirley e Caros ouvintes!

  

“Virtudes são valores que movem os seres humanos. São virtudes que transformam as práticas para que sejam benfazejas à vida dos seres humanos e da Terra, nossa casa comum. Estamos entrando na era da ética mundial, que se realiza em algumas virtudes indispensáveis para um outro mundo possível. Elas são a hospitalidade, a convivência, o respeito, a tolerância e a comensalidade. O estudo acurado destas virturdes não objetiva fazer-nos mais ilustrados, porém mais virtuosos. Só assim começa a longa caminhada de transformação que nos permitirá sobreviver, nos devolver e ainda irradiar tais virtudes”. Estas são palavras de Leonardo Boff, escritas no primeiro volume – que lhes apresento hoje -  da  trilogia – VIRTUDES PARA UM OUTRO MUNDO POSSÍVEL – HOSPITALIDADE: DIREITO E DEVER DE TODOS, EDITORA VOZES. Neste primeiro volume Boff abordou a questão da hospitalidade no contexto assustador da movimentação das populações mundiais que avançam os limites geográficos dos estados-nações sempre em busca de melhores condições de vida ou simplesmente de sobrevivência. Para  Leonardo Boff, “Todos devemos alimentar a hospitalidade de uns para com os outros, pois, como dizem as Escrituras judaico-cristãs, todos somos hóspedes nesta Terra e não temos aqui morada permanente”. Leonardo Boff é teólogo e escritor, foi por mais de vinte anos professor de teologia no Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis e responsável pelo editorial religioso da Editora Vozes. Publicou mais de sessenta livros, dentre eles:  Igreja: Carisma e Poder; A Águia e a Galinha, O Despertar da Águia, Depois de Quinhentos Anos Que Brasil Queremos?; Jesus Cristo Libertador e outros.

 

Aumenta o Volume que Lá Vem História!

Apoio cultural da Livraria Casa de Livros-Você vai querer mudar pra cá!

Endereço eletrônico www.casadelivros.com.br

                              A Leitura faz a diferença, leiam!

Eu sou o Prof. Martinho Condini. Para o Tons do Brasil.



Escrito por tonsdobrasil às 19h40
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Boletim "O Toque" por Marcelo Abud

Acorde                                                                                                  abud@pecasraras.com

 

O Ano em que Chico Buarque proibiu a Censura

Sob o heterônimo de Julinho de Adelaide, o compositor deu voz às suas críticas

 

No início desse mês, mais precisamente em 3 de maio, comemorou-se o Dia Internacional da Liberdade de Imprensa. De acordo com a Associação Mundial de Jornais, a data existe para reconhecer os sacrifícios feitos na luta por liberdade de imprensa e para pressionar os governos que continuam a negar aos cidadãos um direito humano básico. A mensagem do Dia da Liberdade de Imprensa é a de que jornalistas em todo o mundo devem ter garantido o direito de reportar livremente e sem medo.

 

Ainda há muito há percorrermos para que se atinja a liberdade total de imprensa, mas o Brasil já avançou muito de uns tempos para cá. Nos anos 70, quando o clima era outro e a ditadura imperava, toda e qualquer música assinada por Chico Buarque era proibida. É daí que surge uma das principais criações do cantor e compositor carioca: Julinho da Adelaide. Com esse heterônimo, Chico conseguiu burlar a censura e fazer sua crítica chegar ao público.

 

Em setembro de 1974, o jornal Última Hora de Samuel Wainer apresentou uma entrevista exclusiva com Julinho da Adelaide. Conduzida por Mário Prata e Melchiades Cunha Jr., a conversa foi gravada e hoje é um dos mais interessantes registros daqueles anos de chumbo. Para você entender um pouco melhor do que estamos falando, acompanhe o depoimento do jornalista e escritor Mário Prata publicado em 1998 no site oficial de Chico Buarque:

 

“Eu me lembro até da cara do Samuel Wainer quando eu disse que estava pensando em entrevistar o Julinho da Adelaide para o jornal dele. Ia ser um furo. Julinho da Adelaide, até então, não havia dado nenhuma entrevista. Poucas pessoas tinham acesso a ele. Nenhuma foto. Pouco se sabia de Adelaide. Setembro de 74. A coisa tava preta.

- Ele topa?

- Quem, o Julinho?

- Não, o Chico.

O Chico já havia topado e marcado para aquela noite na casa dos pais dele, na rua Buri. Demorou muitos uísques e alguns tapas para começar. Quando eu achava que estava tudo pronto o Chico disse que ia dar uma deitadinha. Subiu. Voltou uma hora depois.

Lá em cima, na cama de solteiro que tinha sido dele, criou o que restava do personagem.

Quando desceu, não era mais o Chico. Era o Julinho. A mãe dele não era mais a dona Maria Amélia que balançava o gelo no copo de uísque. Adelaide era mais de balançar os quadris.

Julinho, ao contrário do Chico, não era tímido. Mas, como o criador, a criatura também bebia e fumava. Falava pelos cotovelos. Era metido a entender de tudo. Falou até de meningite nessa sua única entrevista a um jornalista brasileiro. Sim, diz a lenda que Julinho, depois, já no ostracismo, teria dado um depoimento ao brasilianista de Berkely, Matthew Shirts. Mas nunca ninguém teve acesso a esse material. Há também boatos que a Rádio Club de Uchôa, interior de São Paulo, teria uma gravação inédita. Adelaide, pouco antes de morrer, ainda criando palavras cruzadas para o Jornal do Brasil, afirmava que o único depoimento gravado do filho havia sido este, em setembro de 1974, na rua Buri, para o jornal Última Hora.

Como sempre, a casa estava cheia. De livros, de idéias, de amigos. Além do professor Sérgio Buarque de Hollanda e dona Maria Amélia, me lembro da Cristina (irmã do Julinho, digo, Chico) e do Homerinho, da Miucha e do capitão Melchiades, então no Jornal da Tarde. Tinha mais irmãos (do Chico). Tenho quase certeza que o Álvaro e o Sergito (meu companheiro de faculdade de Economia) também estavam.


Escrito por tonsdobrasil às 19h38
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Boletim "O Toque" por Marcelo Abud

 2ª parte

Quem já ouviu a fita percebeu que o nível etílico foi subindo pergunta a resposta. O pai Sérgio, compenetrado e cordial, andava em volta da mesa folheando uma enorme enciclopédia. De repente, ele a coloca na minha frente, aberta. Era em alemão e tinha a foto de uma negra. Para não interromper a gravação, foi lacônico, apontando com o dedo:

- Adelaide.

Essa foto, de uma desconhecida africana, depois de alguns dias, estaria estampada na Última Hora com a legenda: arquivo SBH. Julinho não se deixaria fotografar. Tinha uma enorme e deselegante cicatriz muito mal explicada no rosto.

Naquelas duas horas e pouco que durou a entrevista e o porre, Chico inventava, a cada pergunta, na hora, facetas, passado e presente do Julinho. As informações jorravam. Foi ali que surgiu o irmão dele, o Leonel (nome do meu irmão), foi ali que descobrimos que a Adelaide tinha dado até para o Niemeyer, foi ali que descobrimos que o Julinho estava puto com o Chico:

- O Chico Buarque quer aparecer às minhas custas.

Para mim, o que ficou, depois de quase 25 anos, foi o privilégio de ver o Chico em um total e super empolgado momento de criação. Até então, o Julinho era apenas um pseudônimo pra driblar a censura. Ali, naquela sala, criou vida. Baixou o santo mesmo. Não tínhamos nem trinta anos, a idade confessa, na época, do Julinho.

Hoje, se vivo fosse, Julinho teria 55 anos (em 1998, quando o texto foi escrito). Infelizmente morreu. Vítima da ditadura que o criou.

Há quem diga porém que, como James Dean e Marilyn Monroe, Julinho estaria vivo, morando em Batatais, e teria sido ele o autor do último sucesso do Chico, A foto da capa. Sei não, o estilo é mesmo o do Julinho. O conteúdo então, nem se fala.

 

 

Marcelo Abud é professor de

Criação e Produção de Áudio da UNIP – Universidade Paulista –

e sócio da produtora de áudio Peças Raras.

abud@pecasraras.com



Escrito por tonsdobrasil às 19h36
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